Poesia Viva Poesia – performance de Artur Gomes

O poeta Artur Gomes (RJ) que integra o catálogo Alpharrabio com o livro “BraziLírica Pereira: A Traição das Metáforas”, Alpharrabio Edições, 2000, voltou à sua antiga Casa no último mês de julho, onde, nos anos 90 foi “artista residente”. Desta Feita, trouxe no farnel um novo livro para apresentá-lo aos amigos daqui, Juras Secretas (Editora Penalux, 2018). Exímio intérprete de poesia, o poeta/ator, apresentou a performance “Poesia Viva Poesia”
Poesia Viva Poesia. Mais uma noite calorosamente fraterna entre amigos e poesia.

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Sábados PerVersos – Murilo Mendes na pauta

O Encontro Sábados PerVersos – coordenado por Deise Assumpção, contou com leitura crítica do poema APROXIMAÇÃO DO TERROR de Murilo Mendes a partir da análise do mesmo por Murilo Marcondes de Moura, intitulada OS JASMINS DA PALAVRA JAMAIS. Fonte: Bosi, Alfredo (org.), Leitura de poesia, São Paulo, Ática, 1996.

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Era uma vez, conto outra vez, lançamento

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Sueli Gutierrez e o lançamento do seu livro Era uma vez, conto outra vez, obra na qual a escritora reconta “à maneira brasileira”, clássicos da literatura para a infância.

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Sábados PerVersos – a poesia em questão

Sábados PerVersos – a poesia em questão, discutiu Poetas negros brasileiros

Mais um encontro de “Sábados PerVersos – a poesia em questão”, coordenado por Diogo Cardoso que trouxe a seguinte questão: “Vozes negras” – Podemos falar em uma poética especificamente negra? Tendo esta questão como princípio, será feita a leitura de uma seleta de poemas escritos por poetas negrxs brasileirxs, analisando suas poéticas e levantando problemas est-é-ticos para serem discutidos.”
Uma vez mais, questões da mais alta relevância foram discutidas, poemas lidos/analisados e conversas de não mais acabar. Mais um milagre laico se deu na casa de cultura da Eduardo Monteiro, em Santo André e, posso assegurar, foi um momento epifânico na poesia. (dtv)
nota: o registro fotográfico, mais uma vez, é de Luzia Maninha.

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Ditadura, Comunicação, Literatura e Justiça de Transição

“Ditadura, Comunicação, Literatura e Justiça de Transição”, um tema, um livro, uma conversa com Eduardo Reina

“O Brasil teve bebês sequestrados por agente da ditadura? Havia maternidades clandestinas, como nos países vizinhos, durante os anos de chumbo? Houve algum caso de bebê roubado de mães que lutaram contra a ditadura e entregue a empresários que financiaram o regime de exceção? São perguntas ainda sem respostas na história do Brasil. E nenhum governo civil após os chamados anos de chumbo ousou determinar uma investigação sobre esses temas. Trata-se de uma questão ainda não resolvida da ditadura brasileira e na memória do país. Por que o Brasil não investigou esse tema?” Pois esse é o assunto da pesquisa do jornalista Eduardo Reina que resultou no livro “Depois da Rua Tutóia” (Depois da Rua Tutoia”, do jornalista Eduardo Reina, envolve personagens reais e de ficção para falar desse momento histórico e sua consequência na vida das pessoas até hoje) e promete outras obras. O debate girou em torno do tema e foi além, chegando aos nossos turbulentos dias. Conversa oportuna e necessária. Uma classe de alunos de jornalismo da UMESP esteve presente e não arredou pé, questionando e debatendo o tema com o autor. A programação cultural de abril do Alpharrabio foi, assim, encerrada por um momento bastante significativo.

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fotos: Luzia Maninha

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Lau Siqueira na Livraria Alpharrabio

E foi numa noite bonita, prestigiada por poetas e admiradores, que o poeta Lau Siqueira, vindo lá de João Pessoa, na Paraíba, onde reside e trabalha, aportou na Livraria Alpharrabio para uma memorável Conversa de Livraria. A poesia na roda, claro, e o novo livro de poemas de Lau, “A memória é uma espécie de cravo ferrando a estranheza das coisas”. Todos (quase) ali conheciam o poeta há décadas (cartas, livros, aerogramas, telefonemas…), mas esta era a primeira vez que abraçavam Lau de forma presencial. Momento epifânico de troca fraterna a dizer que, sim, a poesia (re)une e dá respostas. Por trás dela há seres humanos que se abraçam. E isso pode ser um fator de guerrilha. O brinde final selou futuras conversas com muita poesia na roda. Viva!

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Fotos: Luzia Maninha

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A literatura perdida do Grande ABC por José de Souza Martins

“A literatura perdida da região do Grande ABC”, foi o tema da palestra do Prof. José de Souza Martins e, uma vez mais, o público presente à sala de múltiplo uso da livraria Alpharrabio, foi brindado com uma prosa agradável e recheada de boas informações.
A seguir, o Professor Martins, destacado sociólogo brasileiro, apresentou a nova edição do seu livro “Moleque de Fábrica – Uma Arqueologia da Memória Social, Memórias”. Durante o brinde, houve autógrafos e abraços.

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Sábados PerVersos de abril: Sór Mariana e As três marias – Século XVII e Século XX, uma leitura crítica

A coordenação deste encontro do mês de abril, esteve a cargo das poetas Dalila Teles Veras e Deise Assumpção e deu seguimento à abordagem “Mulheres – Poesia, Claustro e Erotismo – Amor Humano / Amor Divino – Séculos XII, XVI e XVII, revistos em Novas Cartas Portuguesas, 1971” abordagem feita por Dalila no encontro do mês anterior.

Sór Mariana Alcoforado e as Três Marias (Maria Tereza Horta, Maria Velho da Costa, Maria Isabel Barreno) nas suas Novas Cartas Portuguesas. A poesia de um mulher que viveu (e amou) no claustro, no Século XVII, e a nova poesia das novas cartas portuguesas, de três mulheres em liberdade (mas ainda assim punidas) às vésperas do 25 de Abril, pleno Século XX. Poesia de Mulheres, portuguesas, lidas à luz do seu respectivo tempo e sob o crivo estético da arte da poesia.

Mais um momento único, de leitura e reflexão. (dtv)

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fotos: Luzia Maninha

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Ação Popular em Mauá – o livro e uma conversa com a Prof. Sandra Portuense Carvalho

Porque o momento brasileiro é novamente convulso, tanto quanto aqueles 20 anos de escuridão, a Livraria Alpharrabio promoveu uma Conversa de Livraria com a Profª Sandra Portuense Carvalho sobre a pesquisa que resultou no seu livro Ação Popular em Mauá – resistência e Solidariedade em Tempos de Ditadura. Através das memórias de militantes e simpatizantes, bem como, por meio de uma leitura a contrapelo de documentos produzidos pelos órgãos oficiais, a autora tece a história da Ação Popular (AP), especificamente da Célula Base – 22 sob a liderança Hebert José de Souza. Debate e reflexão. (dtv)

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registros fotográficos: Luzia Maninha

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Belchior, a biografia, uma conversa com Jotabê e um tributo

“BELCHIOR apenas um rapaz latino-americano” é o título da biografia escrita pelo jornalista Jotabê Medeiros. Foi em torno desse livro e da música do biografado que um belo encontro se deu na Livraria Alpharrabio. O pocket Show dos meninos do grupo Freud à Deriva, banda composta pelos músicos René de França, Zé Terra e Marcelo Mazzucatto, que recriou o repertório do disco clássico de Belchior “Alucinação”, de 1976, apresentando-o praticamente na íntegra. E o povo que abarrotou o auditório do Alpha, cantou junto e se emocionou, assim como emocionados todos ficaram ao ouvir o relato apaixonado da trajetória da pesquisa de Jotabê Medeiros que resultou no livro, obra que, infelizmente, o biografado não chegou a ler.
Agradecemos ao Robson Timoteo pela fraterna mediação com o autor e os músicos, bem como a todos que colaboram para que aquela, fosse uma noite (mais uma) para lembrar. (dtv)

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o registro fotográfico, como sempre, é de Luzia Maninha

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